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quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

O mundo omnichannel

No mundo omnichannel, não existem canais, o varejo deve ser onipresente.
Esta frase abre um texto excelente sobre um dos assuntos tratados na NRF 2015, que acontece em Nova Iorque no início de janeiro: http://mercadoeconsumo.com.br/sem-categoria/novas-regras-jogo-omnichannel-o-empoderamento-da-loja-fisica-e-missao-de-surpreender-o-cliente-conheca-gamestop/
Uma frase que resume a regra do jogo: “Não existe mais mundo online e offline. O que importa, hoje, é a experiência que o cliente terá com a sua marca”, destacou Alison Paul, vice-presidente da Deloitte. 
Importante também destacar outra palavra-chave que fará parte do dia-a-dia de milhões de negócios nos próximos anos:
- Engajamento: “A loja é onde acontece toda a magia". Ela deve a plataforma de interação com os clientes, onde transmite-se a experiência da marca.
Boa semana.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

Insights gerados pelos clientes

Store in store - Moma em loja de brinquedos (New York - 2014)
Nesta semana recebi o link de um artigo muito interessante sobre o comportamento de consumo.

As mudança de hábitos do consumidor pede que o varejo também se reinvente. Com a menor fidelidade às marcas, ações estratégicas passam a ser decisivas para escolha de produto.

Quem participou desta matéria foi Marcelo Barreto, Diretor de Shopper Marketing da Coca-Cola no Brasil.

Principais pontos:
  • Quem é esse frequentador, o que ele procura e pensa são algumas das perguntas que um gestor de Marketing deve fazer. 
  • A fidelidade às marcas passa a diminuir, sendo o preço um importante diferencial no momento da decisão.
  • Os shoppers querem que os resultados cheguem até eles sem esforços. A conveniência é uma tendência que já vem criando mudanças no varejo.
  • Os fabricantes devem diversificar suas ofertas, a fim de aumentarem as taxas de conversão. Uma estratégia é oferecer um vasto portfólio, com opções de uso para quaisquer atividade.
  • As avaliações e estudos de merchandising devem pensar em criar soluções ao comprador e não apenas vender o produto.
Por fim, uma frase que resume todo o texto: “O melhor teste é o mercado. Após ter um insight, colocamos em prática e vamos fazendo as pesquisas durante o processo. É gastar menos tempo discutindo e mais tempo ajustando”.

Abraços e boa semana 

Link com a matéria: http://www.mundodomarketing.com.br/reportagens/planejamento-estrategico/32385/como-capturar-oportunidades-a-partir-do-comportamento-do-novo-shopper.html?utm_medium=e-mail&utm_campaign=News+ter+e+quin&utm_source=mail2easy

sábado, 1 de dezembro de 2012

Daslu para Riachuelo

Uma vitrine desenvolvida para o lançamento da linha Daslu para a Riachuelo.

Tenho dúvidas em relação aos produtos x público da loja, mas...

Abs

sábado, 16 de julho de 2011

Conquistando fãs

Reportagem que comenta uma pesquisa com consumidores sobre suas preferências e por que escolhem determinadas empresas com quem se relacionar.
O estudo mostra que preço e produto já não são mais considerados os diferenciais competitivos mais importantes. Atendimento,cortesia e preparo do vendedor são, entre outros fatores os principais motivadores.
Boa leitura!

terça-feira, 3 de maio de 2011

Vitrines lojas infantis

O universo infantil é muito amplo e as lojas estão cada vez mais se aprimorando para transmitir uma atmosfera única e lúdica.

Seguem algumas imagens que achei muito bacanas.



[ ]s

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Vitrines de páscoa




Seguem imagens de vitrines em shoppings centers com o tema páscoa.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Funcional x sentimental


Emotional Branding13/01/2011 14:46
Brasil deve revolucionar o varejo, diz Marc Gobé
Segundo especialista, marcas devem ser como entretenimento
Bruno Mello, do São Paulo - Os cerca de 1.200 brasileiros que estiveram presentes na 100ª edição do congresso da National Retail Federation dos Estados Unidos não precisariam passar nove horas no avião do Brasil para Nova York para aprender com os norte-americanos as melhores práticas do varejo. Quem pensa assim é Marc Gobé, fundador da Emotional Branding, autor do livro de mesmo nome e um dos maiores especialistas em marca do mundo.

Para ele, o mercado brasileiro ainda está na infância, pode criar o seu próprio exemplo e ser o varejo do futuro. “Vocês não precisam copiar os Estados Unidos porque temos um modelo esgotado”, afirma Gobé, em palestra exclusiva para brasileiros do grupo capitaneado por Marcelo Cherto, CEO do Grupo Cherto, Manoel Alves Lima, Presidente da F.AL, Ricardo Pastore, professor e coordenador do núcleo de varejo da ESPM, Dagoberto Hajjar, diretor da Advance, e João Batista Ferreira, CEO da J2B Inovation.

Este novo modelo passa pelas marcas emocionais. Primeiro, as empresas devem humanizar suas marcas. Devem deixar para trás a era de mídia de massa e expressar seus sentimentos nas mídias sociais de maneira personalizada. Se engajar na conversa é o caminho para poder ver os consumidores como pessoas e, ao invés de vender um produto, promover uma experiência, semelhante a um entretenimento.

Marcas funcionais X sentimentais

As marcas devem proporcionar conteúdo aos seus consumidores. “Elas devem ser um entretenimento. É como um show em que o consumidor sai de casa para ir”, aponta Gobé. O varejista deve estar atento para a mudança das pessoas que buscam um propósito na marca. “As marcas mudaram de funcionais para sentimentais”, completa, explicando que um supermercado pode vender os mesmos produtos que os outros e o que o diferenciará será o diálogo que promove com seus consumidores. “Dê uma chance para as pessoas falarem sobre a sua marca”, recomenda.

E falarem bem. Com conteúdo como uma embalagem de cereal que vira um jogo em 3D. A partir de agora, as marcas podem ser um grande provedor de conteúdo. “A distância entre a marca e o consumidor é gigante no varejo. O marketing deve se transformar, inovar e aprender com a nova linguagem digital para se aproximar das pessoas”, ressalta o especialista. Do contrário, o varejo verá cada vez mais exemplos de modelos destinados ao fracasso, como a Blockbuster.

O mundo digital também revolucionou o varejo, mas ainda há sites de varejistas que se parecem com catálogos. “As marcas devem oferecer, pelo iPhone, não só apenas informações de localização, mas sim uma opção de compra em qualquer lugar”, diz Marc Gobé, para quem as estratégias digitais são fundamentais. “Se a estratégia não passar pelo ambiente digital, volte e refaça, porque dará errado”, recomenda.